Mau hálito – halitose

A halitose (ou mau hálito) é uma situação desagradável, que pode ocorrer em qualquer pessoa, em qualquer idade. Mas, quando a situação se repete pode trazer constrangimento e afetar o convívio social.
A halitose pode ser fisiológica, como por exemplo o odor matinal, ao acordar.  Contudo, este problema pode resultar de fatores variados.
Principais fatores relacionados à halitose
·        Problemas bucais: dentários, cáries, má higiene bucal, diminuição de saliva, entre outros.
·        Fatores alimentares e hábitos sociais, como: jejum prolongado, alguns temperos, consumo excessivo de bebidas alcoólicas, entre outros.
·        Medicamentos, como por exemplo, anti-histamínicos, por sua ação na diminuição salivar.
·        Algumas doenças como por exemplo, rinite, sinusite, amigdalites, refluxo gastroesofágico, diabetes, febre, entre outras.
·        Alterações hormonais
·        Fatores emocionais

Fatores respiratórios associados à doenças alérgicas que podem causar halitose:
A rinite alérgica e a sinusite podem provocar secreção pós nasal acentuada e crônica, contribuindo para a halitose.  E, nos casos que se acompanham de obstrução nasal e respiração com a boca aberta ou semiaberta, o mau hálito pode se instalar devido ao ressecamento e diminuição do fluxo de saliva.
Amigdalites e laringites que se acompanham de formação de muco na região posterior da língua.
As doenças pulmonares são causas mais raras de halitose, podendo ocorrer em alguns tipos de bronquites, bronquiectasias, pneumonias, abcessos pulmonares e carcinomas do pulmão.
Dicas para combater a halitose

·        Manter o tratamento adequado da alergia respiratória.
·        Corrigir a respiração bucal.
·        Escovação adequada dos dentes e da língua.
·        Beber dois a três litros de água por dia.
·        Evitar intervalos muito grandes entre refeições.
·        Não fumar.
·        Alimentação saudável, incluindo fibras
Histamina é o nome da substância química mais famosa envolvida nas reações alérgicas. Quando a histamina é liberada, provoca dilatação e inchação dos vasos, bem como aumento secretivo e coceira. No caso da rinite, a presença da histamina ocasiona coceira, espirros, coriza e bloqueio nasal. Na urticária provoca placas avermelhadas com muita coceira na pele. Na alergia ocular, resulta em coceira, avermelhamento e irritação da conjuntiva dos olhos. Na dermatite atópica pode ajudar no controle da coceira, que é intensa e prejudica a pele, agravando a doença.
Desde a década de 30 observou-se que era possível aliviar os sintomas da alergia usando remédios que antagonizassem com a histamina. Mas, só na década de 40 foi lançado o 1º remédio anti-histamínico. Desde então, o conhecimento só fez crescer e hoje dispomos de muitos remédios com esta finalidade.
É importante lembrar que a histamina não é exclusiva da alergia pois participa também de outras doenças. Por isso, hoje existem anti-histamín…

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